segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Doença do trabalho o que fazer?

Doença do trabalho o que fazer?

1º Procure um Médico. 

2º Cobre que seus atendentes cumpram:

Uma vez estabelecida a relação causal ou nexo entre a doença e o trabalho desempenhado pelo trabalhador,
o profissional ou a equipe responsável pelo atendimento deverá assegurar:

- a orientação ao trabalhador e a seus familiares, quanto ao seu problema de saúde e os encaminhamentos
necessários para a recuperação da saúde e melhoria da qualidade de vida;

- afastamento do trabalho ou da exposição ocupacional, caso a permanência do trabalhador represente
um fator de agravamento do quadro ou retarde sua melhora, ou naqueles nos quais as limitações
funcionais impeçam o trabalho;

- o estabelecimento da terapêutica adequada, incluindo os procedimentos de reabilitação;

- solicitação à empresa da emissão da CAT para o INSS, responsabilizando-se pelo preenchimento do
Laudo de Exame Médico (LEM). Essa providência se aplica apenas aos trabalhadores empregados e
segurados pelo SAT/INSS
. No caso de funcionários públicos, por exemplo, devem ser obedecidas as
normas específicas;

- notificação à autoridade sanitária, por meio dos instrumentos específicos, de acordo com a legislação
da saúde, estadual e municipal, viabilizando os procedimentos da vigilância em saúde. Também deve
ser comunicado à DRT/MTE e ao sindicato da categoria a que o trabalhador pertence.

A decisão quanto ao afastamento do trabalho é difícil, exigindo que inúmeras variáveis de caráter médico e
social sejam consideradas:
- os casos com incapacidade total e/ou temporária devem ser afastados do trabalho até melhora clínica,
ou mudança da função e afastamento da situação de risco;
- no caso do trabalhador ser mantido em atividade, devem ser identificadas as alternativas compatíveis com
as limitações do paciente e consideradas sem risco de interferência na evolução de seu quadro de saúde;
- quando o dano apresentado é pequeno, ou existem atividades compatíveis com as limitações do paciente
e consideradas sem risco de agravamento de seu quadro de saúde, ele pode ser remanejado para
outra atividade, em tempo parcial ou total, de acordo com seu estado de saúde;
- quando houver necessidade de afastar o paciente do trabalho e/ou de sua atividade habitual, o médico
deve emitir relatório justificando as razões do afastamento
, encaminhando-o ao médico da empresa,
ou ao responsável pelo PCMSO.

Se houver indícios de exposição de outros trabalhadores, o fato deverá ser comunicado à empresa e solicitadas providências corretivas.
Atenção especial deve ser dada à decisão quanto ao retorno ao trabalho.
É importante avaliar se a empresa ou a instituição oferece programa de retorno ao trabalho,
com oferta de atividades compatíveis com a formação e a função do trabalhador,
que respeite suas eventuais limitações em relação ao estágio pré-lesão e prepare colegas e
chefias para apoiar o trabalhador na nova situação, alargando a concepção de capacidade para o trabalho adotada na empresa, de modo a evitar a exclusão do trabalhador no seu local de trabalho.


- recomendação ao empregador quanto às medidas de proteção e controle a serem adotadas, informando-
as aos trabalhadores
.
Considerando o caráter de construção da Área de Saúde do Trabalhador, é importante que os profissionais
dos serviços de saúde estejam imbuídos da responsabilidade de produção e divulgação do conhecimento acumulado.




Fonte: Doenças Relacionadas ao Trabalho - Segundo o Manual de Procedimentos para os Serviços de Saúde,
Organização Pan-Americana da Saúde - OPAS

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Apostila de Hotelaria

Apostila de Hotelaria

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Bom estudo!

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Curso Básico de Hotelaria - Capítulo1. Parte1 - Hotelaria - O Hóspede



1. hotelaria



1.1 O espetáculo da hotelaria

Trabalhar em hotel é como ser ator de um grandioso espetáculo repleto de objetos em cena, como: cenários, figurinos, diálogos, textos e atores atuando.


1.2 o hóspede

É o cliente do Hotel. A pessoa de quem depende a existência do hotel.

Quase sempre é um viajante, um passageiro, imprevisível e sobretudo um desconhecido.



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Curso Básico de Hotelaria - Capítulo1. Parte 2 - Hotelaria - expectativa do hóspede

1.3 expectativa do hóspede



Quando o hóspede entra em nossa casa de espetáculos, o hotel, ele tem uma série de expectativas como:

· Quer ver tudo funcionando a tempo e na hora, tudo bonito, harmonioso, elegante, requintado.

· Quer receber do elenco de profissionais do hotel um trabalho cortês, educado, atento, alegre, interessado em satisfazer seus desejos e necessidades. Rápida e eficiente.

· Quer ter confiança nos profissionais do elenco.

· Quer solução, como espectador, ele não quer saber dos problemas e dificuldades para colocar o espetáculo em cena.



1.4 você e o hóspede



Você como funcionário do hotel desempenha um papel importante na manutenção de clientes. Representa o ele de ligação entre o hotel e os hóspedes.

Da imagem que você, funcionário transmitir aos hóspedes depende a imagem do hotel.

O hóspede espera muito dos funcionários de um hotel seja qual for a função que ocupa, desde o mais simples empregado até o gerente.



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Curso Básico de Hotelaria - Capítulo1. Parte 3 - Hotelaria - Você x Hóspede


1.5 atenção! você está em cena!



Ao cruzar as portas que separam a área de serviço da social, lembre-se:

Você está entrando em cena!

Como bom ator, um ator de sucesso, cuide e aperfeiçoe sempre o seu visual e o seu comportamento.


Na Aparência:


Postura;
Gesticulação;
Sorrizo;
Aparência Pessoal;
Uniforme;
Expressão Fisionômica;



No comportamento:


Atitudes;

Conversação;

Cortesia;

Relacionamento;

Desejo de agradar o hóspede;

Maneira de falar;

Criatividade;



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Curso Básico de Hotelaria - Capítulo2. Parte 1 - A Empresa Hoteleira

2. EMPRESA HOTELEIRA


2. 1 O QUE É UMA EMPRESA HOTELEIRA E MEIOS DE HOSPEDAGEM

2.1.1 EMPRESA HOTELARIA

Considera-se empresa hoteleira a pessoa jurídica que explore ou administre meio de hospedagem e que tenha em seus objetivos sociais o exercício de atividade hoteleira.

O regulamento da EMBRATUR estabelece no seu art. 4:

I. o conceito de empresa hoteleira, meio de hospedagem e as expressões usualmente consagradas no exercício da atividade;
II. o processo e os critérios para avaliação e classificação;
III. os tipos e categorias em que se classificam os estabelecimentos;
IV. os requisitos e padrões comuns e diferenciados de conforto e serviços para os tipos e categorias previstos;
V. os requisitos exigidos para operação e funcionamento dos estabelecimentos;
VI. as condições para contratação dos serviços de hospedagem.


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Curso Básico de Hotelaria - Capítulo2. Parte 2 - MEIOS DE HOSPEDAGEM DE TURISMO

2.1.2 MEIOS DE HOSPEDAGEM DE TURISMO

Considera-se meio de hospedagem de turismo o estabelecimento que satisfaça, cumulativamente, às seguintes condições:

I. seja licenciado pelas autoridades competentes para prestar serviços de hospedagem;

II. seja administrado ou explorado comercialmente por empresa hoteleira e que adote no relacionamento com os hóspedes, contrato de hospedagem, com as características definidas no regulamento da EMBRATUR e nas demais legislações aplicáveis.

III. atenda os padrões classificatórios previstos pela legislação em vigor;

IV. mantenha permanentemente os padrões de classificação.


Os meios de hospedagem de turismo oferecerão aos hóspedes, no mínimo:

I. alojamento, para uso temporário do hóspede, em Unidades Habitacionais (UH) específicas a essa finalidade;
II. serviços mínimos necessários ao hóspede, consistente em:

a) recepção / portaria para atendimento e controle permanente de entrada e saída;

b) guarda de bagagens e objetos de uso pessoal dos hóspedes, em local apropriado;

c) conservação, arrumação e limpeza das instalações e equipamentos.


2.2 HOSPEDAGEM COM EQUIPAMENTO TURÍSTICO

Os serviços turísticos são oferecidos por profissionais que vivem do turismo e exclusivamente voltados para o turista. A prestação desses serviços se faz dentro das instalações turísticas, com infra-estrutura e equipamento adequados, com serviço de agenciamento e hotelaria, assim como o trabalho dos guias de turismo e dos recreadores com equipamentos de locomoção, tais como lanchas, trenzinhos, charretes etc.
Dentre os equipamentos que compõem a infra-estrutura turística, os meios de hospedagem se destacam por serem imprescindíveis à viabilização do turismo em qualquer uma de suas modalidades.
A falta de uma rede hoteleira organizada e definida quanto a acomodações, facilidades e preços variados, em função da diversidade da demanda, pode fazer com que uma região com grande potencial turístico não se desenvolva, permanecendo em seu estado potencial, embrionário, sem nenhum impacto junto ao público consumidor do turismo.
As mudanças do conceito e dos tipos de hospedagem, ao longo da história dos deslocamentos humanos, são bastante esclarecedoras quanto à importância da consolidação de um setor hoteleiro forte, como suporte ao desenvolvimento e à expansão do turismo. Vejamos um pouco dessa história.

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